28 de fevereiro de 2010
27 de fevereiro de 2010

Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestades.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente.
Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso...
São necessárias.
(Caio Fernando Abreu)
25 de fevereiro de 2010
21 de fevereiro de 2010
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
[Nando Reis]
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
[Nando Reis]
15 de fevereiro de 2010
Defesa
11 de fevereiro de 2010
Chega!Basta!
É o suficiente!
Quero distância do bom senso!
Quero errar no exagero!
Pecar no julgamento!
Arrasar o alheio
Morrer!
Mas quero ser inteira.
Sem, mas...
No entanto...
Dependendo...
Quero ir de um extremo ao outro!
Quero tocar o abstrato
E transformar o concreto
E, por fim, de cansaço,
Desistir...
De julgar, ter referências, saber...
E mergulhar desaparecendo no nada...
É o suficiente!
Quero distância do bom senso!
Quero errar no exagero!
Pecar no julgamento!
Arrasar o alheio
Morrer!
Mas quero ser inteira.
Sem, mas...
No entanto...
Dependendo...
Quero ir de um extremo ao outro!
Quero tocar o abstrato
E transformar o concreto
E, por fim, de cansaço,
Desistir...
De julgar, ter referências, saber...
E mergulhar desaparecendo no nada...
9 de fevereiro de 2010
8 de fevereiro de 2010
Minha Golda Fofa

Quanto o teu olhar doce
chega até mim e me toca,
o meu sorriso cresce
e funde-se nos teus bigodes,
passeia pela tua cauda
e sopra mimos e ternuras
Quando o teu focinho
me procura e me cheira,
largo trelas e coleiras
e rendo-me aos teus encantos
enquanto vagueias, senhora de ti,
pelos meus sentidos despertos.
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